Não vou mentir, eu quase mato muita gente para ficar com o tema: Fundação da cidade do Salvador e Invasões Estrangeiras no Século XVII. Eu jugava um tema fácil, mas não é tão fácil assim.
Na verdade nosso grupo acabou ficando com a responsabilidade de contar sobre a cidade que residimos e isso é uma pressão danada.
Para começar a texto base do seminário era de autoria do nosso professor. A ideia de apresentar um seminário com o autor na nossa frente era assustador. Antes de que os grupos tomassem ciência dos textos base, fui atras de um fantástico de Luis Henrique Dias Tavares. O texto se encontra no livro aqui abaixo:
Essa é a 11ª Edição Ampliada e Revisada, um texto de fácil compreensão e que qualquer pessoa tem facilidade em ler e compreender o que autor diz. No meu caso, que conheço a cidade, pouco, mas conheço, foi possível imaginar cada passo do que ele narrava, é uma experiencia magnifica.
Senti saudades do meu antigo professor Flávio Márcio, com certeza ela saberia o que me dizer. A pior parte da faculdade é essa inicial, em que você tem que aprender a trilhar com suas próprias pernas e não terá ninguém para te guiar. As vezes chega a ser desesperador, da vontade de desistir e perder as forças, mas esse trabalho esta me mostrando algo diferente, é o que vos conto:
Quando você faz uma graduação, seja lá do que for, você vive aquele momento magico, em que seu sonho se torna realidade, mas quando a ficha cai e você entende a situação que você está, bate um desespero, uma vontade de correr, e eu quase fiz isso.
No inicio foi difícil lidar com o que a professora Cláudia Trindade me disse no meu seminário na verdade eu tinha vontade de esgana-la, mas depois que acompanhamento psicológico (acredite, quase entrei em depressão), consegui me superar no meu seminário sobre os Botocudos, na disciplina História Indígena, ministrada por Ana Paula Trabuco (mais antes eu passei mal no seminário de Álvaro Dantas, episódio do qual eu não me orgulho).
Depois dessas idas e vinda, momentos de desespero, minha vontade de terminar a graduação e não ser uma profissional medíocre foi maior do que tudo e então eu tive o plano. Como passei por grupos de irresponsavelmente esses agora estão em uma regime mais fechado. E para nosso seminário de História da América Portuguesa resolvi me ver como uma historiadora de verdade e pesquisar da fonte. Todos do grupo estão engajados nas bibliotecas e arquivos da cidade para descobrir ou levantar uma outra opinião ao o que o nosso querido professor disse e ou que Tavares disse. Mais ainda sim, sinto que meus esforços serão em vão......
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